segunda-feira, 5 de setembro de 2011

OS CAMPEÕES DO RODEIO INTERNACIONAL DE BARRETOS 2011

CAMPEÃO DO RODEIO EM TOUROS
Com 345,25 pontos, o matogrossense Juberto Morales, 24 anos, venceu a prova mais disputada da Festa do Peão de Boiadeiro Barretos. Montando no touro Mistério, da companhia Junior Zamperlini, Juberto comprovou seu preparo para peões do Brasil e do exterior, que participaram da competição. Em segundo lugar ficou Rodrigo Guedes Silva, com 344,75 pontos, e em terceiro lugar ficou peão Silvano Alves, com 344,25 pontos. O campeão faturou duas 100 mil dólares e uma fivela oferecida pelo North Shopping, o troféu Sustentável do Grupo JBS, além de outros presentes de patrocinadores.
Juberto dedicou a vitória para o público presente e para seus amigos que o incentivaram no fundo do brete, e declarou que o que mais buscava era a conquista do título. “Ainda não decidi o que vou fazer com o dinheiro, queria mesmo é ser campeão de Barretos”, afirmou. Com 8 anos de experiência na modalidade, o campeão revelou também que buscava há quatro pelo título

 
CAMPEÃO RODEIO EM CAVALOS (Modalidade Cutiano)
Antônio Jucelino Costa da cidade de Tietê-SP, venceu pela terceira vez a modalidade Cutiano na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos. Com 261,75 pontos, Antônio Jucelino garantiu a emoção do público presente. Sidney Pereira Brito de Santópolis do Aguapei – SP conquistou a segunda colocação com 249,50 pontos e Rinaldo de Lima de Mirassol – SP ficou em terceiro lugar com 249 pontos. O campeão ganhou uma fivela no valor de 4 mil dólares e R$30 mil e dedicou a vitória para a família.

 
 
 
                 Confira a Matéria em Video, das Finais do Rodeio

A Verdade do Rodeio - Quebrando Preconceitos

A proteção e o cuidado com os animais foi nossa preocupação constante e, neste quesito, sempre levamos em consideração a Lei Federal aprovada e regulamentada de nº 10.519 de 17 de Julho de 2002 que "Dispõe sobre a promoção e a fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização do rodeio. Dentre as suas exigências, ela dispõe sobre materiais usados nas montarias, nos seguintes termos:
Art. 4o. Os apetrechos técnicos utilizados nas montarias, bem como as características do arreamento, não poderão causar injúrias ou ferimentos aos animais e devem obedecer as normas estabelecidas pela entidade representativa do rodeio, seguindo as regras internacionalmente aceitas.
§ 1o. As cintas, cilhas e as barrigueiras deverão ser confeccionadas em lã natural com dimensões adequadas para garantir o conforto dos animais.
§ 2o. Fica expressamente proibido o uso de esporas com rosetas pontiagudas ou qualquer outro instrumento que cause ferimentos nos animais, incluindo aparelhos que provoquem choques elétricos.
§ 3o. As cordas utilizadas nas provas de laço deverão dispor de redutor de impacto para o animal. "Redutor este que já está sendo desenvolvido para que não cause tranco no animal".
Como exemplo das questões citadas acima, podemos destacar o ocorrido em maio do ano de 1997, quando uma ação cautelar foi promovida contra o CCA- Clube dos Cavaleiros de Americana, com a intenção de impedir a realização da Festa de Peão Boiadeiro da cidade, alegando que os materiais utilizados nos rodeios viriam a prejudicar a saúde do animal.
Imediatamente esta ação foi contestada pelos advogados do Clube dos Cavaleiros de Americana.
Para esclarecimentos, o Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou um laudo pericial à Universidade de São Paulo USP – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, onde foi nomeado o Dr. Eduardo Harry Birgel Junior, professor assistente Doutor do Departamento de Cínica Médica da Faculdade de São Paulo.
Após vários estudos foi comprovado cientificamente que os materiais utilizados nos animais não provocariam nenhum dano à saúde destes, desde que fossem estabelecidas normas e regras para o seu uso, evitando que o emprego inadequado dos mesmos pudessem levar os animais a um sofrimento. Isto já está contemplado, devidamente discutido e hoje já existem normas, conforme demonstrado anteriormente, que coíbem o emprego de equipamentos inadequados.
Outro assunto que merece destaque é o que diz respeito ao sedém, para isso esclarecemos o seguinte:

O QUE É O SEDÉM?Sedém é uma corda que passa sob o vazio do animal. Feita de crina e pêlo ou de lã, que provoca "cócegas", fazendo com que o animal saiba que chegou a hora de pular.
                                           
A seta vermelha indica onde passa o sedém. Diferente do que muitos leigos alegam, não é a virilha que é apertada e sim o vazio do animal.

                                  
                                           Égua durante a montaria
O rodeio com cavalo é o melhor exemplo da falta de embasamento de que os animais pulam porque seus testículos estão apertados, pois em todos os rodeios desta modalidade temos éguas, isto é, o animal do sexo feminino não tem testículos.
Outro argumento é que os animais, em sua maioria, têm sempre os pulos parecidos. Se o mesmo touro pular vinte vezes ele vai causar o mesmo grau de dificuldade com pulos sempre parecidos com montarias anteriores. Agora pense, se realmente for dor, será que o animal pularia da mesma maneira?
Já foram feitos vários testes e o animal mesmo com sedém faz todas as atividades rotineiras, isto é, o animal defeca, tem ereção e mantém relação sexual.

AS ESPORAS
Ao contrário do que todos falam as rosetas utilizadas pelos competidores, em rodeios fiscalizados pela CNAR, não têm pontas. Isto é uma norma da Confederação Nacional de Rodeio, a roseta é padrão, pois passou por aprovação de médicos veterinários.
Pelas normas, se um animal apresentar qualquer tipo de lesão o competidor é desclassificado e sujeito a determinadas medidas
                                                          
                           Espora utilizada nas montaria da modalidade touro

ESTUDOS TÉCNICOS-CIENTIFICA  REALIZADOS PELA UNESP

Comprovando tudo isso que foi citado acima, também temos provas de estudos feitos pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias –UNESP (Departamento de Patologia Veterinária) que dizem o seguinte:
Avaliação técnico–científica da utilização do sedém em bovinos de rodeio.
O estudo diz respeito à utilização do sedém nos seguintes aspectos:
Possíveis lesões nas áreas contatadas pelo sedém, por meio de biópsia;
Possíveis alterações na espermatogênese, mediante exame andrológico;
Comportamento sexual relacionado ao cortejo e à libido;
Comportamento alimentar referente à ingestão de alimentos e ruminação;
Foram utilizados 12 bovinos mestiços zebu que já eram submetidos ao uso do sedém há pelo menos 04 anos. Em seis deles, procedeu-se á coleta de pele por meio de biópsia e de sêmen para o exame andrológico. Nos outros seis foram registradas as freqüências cardíaca e respiratória, antes e após os saltos, disposição para ingestão de alimentos, ruminação e comportamento sexual, ainda com a presença do sedém. Os resultados dos exames histopatológicos e andrológicos não revelaram qualquer alteração atribuível ao uso do sedém. As freqüências cardíaca e respiratória foram consideradas normais para esta espécie. Não foram observados qualquer tipo de alteração de comportamento com relação à ingestão de alimentos, à ruminação e à disposição sexual. Os resultados sugerem a ausência de desconforto restritivo diante do uso do sedém


Localização do sedém em relação aos testículos (bovino em repouso)
                                                     
    Coleta de material para biópsia.
                           
  Logo após a montaria, bovino com sedém alimenta-se normalmente

Logo após a montaria, bovino com sedém inicia a fase de cortejo e depois realiza a cobertura

Este estudo foi realizado pelos professores Orivado Tenório Vasconcelos (Docente do Departamento de Patologia Veterinária –FCAV –Jaboticabal) e Antônio Carlos Alessi, César Roberto Esper e Paulo Henrique Franceschini (Docentes do Departamento de Reprodução Animal –FCAV – Jaboticabal).
Fonte: Revista Educação Continuada do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo
A nossa preocupação, diz respeito também aos profissionais que exercem a profissão (peão) e para isso, esclarecemos o seguinte:
O profissional foi destacado pela Lei Federal Aprovada e regulamentada de nº 10.220 de 11 de Abril de 2001 que "Institui normas gerais relativas à atividade de peão de rodeio, equiparando-o a atleta profissional". Que entre outros, destaca-se que:
Art. 1o. Considera-se atleta profissional o peão de rodeio cuja atividade consiste na participação, mediante remuneração pactuada em contrato próprio, em provas de destreza no dorso de animais eqüinos ou bovinos, em torneios patrocinados por entidades públicas ou privadas.
Parágrafo único. Entendem-se como provas de rodeios as montarias de bovinos e eqüinos, e provas de laço, promovidas por entidades públicas ou privadas, além de outras atividades profissionais da modalidade organizadas pelos atletas e entidades dessa prática esportiva.
Assim sendo, fica claro que esta atividade, desde que obedecidas as Leis vigentes para a sua prática e promoção, é sem dúvida nenhuma, lícita, não podendo ser proibida por nenhuma instância, visto que o exercício profissional é de âmbito nacional.
Por fim, qualquer cidade deste país poderá servir de anfitriã destes grandiosos eventos esportivos, gerando entretenimento, emprego e rendas para os Municípios.

Nossa Senhora Aparecida - A Padroeira dos Peões de Rodeio

De todas as divindades que cerceiam o nosso mundo espiritual, Nossa Senhora Aparecida foi considerada a Padroeira dos Peões de Rodeio.
Ninguém sabe ao certo onde e como começou essa devoção, mas em praticamente todo rodeio a imagem de N. Senhora está presente. Algumas vezes discretamente dentro dos bretes, por outras ela é levada dentro da arena durante a oração de abertura da festa, e corre todos os cowboys e comissão da festa para que cada um possa tocá-la, pedindo sua proteção.
A devoção e fé dos peões é tamanha, pois se aventuram em um esporte de alto risco, movidos pela paixão e habilidade. A maioria dos cowboys possui uma imagem do santo de devoção no interior de seu chapéu.
É comum as companhias ou comissões de rodeios, expor banners ou painéis com a imagem durante a oração que normalmente os locutores oferecem a ela. Um fato bastante interessante diz respeito à visão daqueles que vive o rodeio, mas não são católicos e, portanto não têm a crença na santa. Quando indagados a respeito são unânimes em dizer que não se sentem agredidos, e respeitam a fé que os demais têm por Nossa Senhora Aparecida.
Tenha-se fé ou não em Nossa Senhora Aparecida, o mais importante é que neste momento do rodeio os espíritos dos presentes se voltam antes de tudo a Deus


Oração a Nossa Senhora Aparecida

Ó Virgem Maria, abençoada sois vós
pelo Senhor Deus Altíssimo
entre todas as mulheres da terra.
Vós sois a glória de Jerusalém,
vós a alegria de Israel,
vós a honra do nosso povo.
Salve, ó Virgem, honra de nossa terra,
a quem rendemos um culto de piedade e veneração,
a quem chamamos com o belo nome de Aparecida.
Quem poderia contar, ó doce Mãe,
quantas graças, durante tantos anos,
vós dispensastes ao povo brasileiro,
compadecida dos nossos males?
Quisemos cingir vossa cabeça sagrada
com uma coroa de ouro,
que vos é devida por tantos títulos;
continuai a dobrar-vos benignamente às nossas preces.
Quando erguemos aos céus nossas mãos suplicantes,
ouvi, clemente, os nossos rogos, ó Virgem;
conservai nossas almas afastadas da culpa e,
por fim, conduzi-nos ao céu.
Salvação, honra e poder Àquele que, uno e trio,
nos fulgores do seu trono celeste,
governa e rege todo o universo.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida,
rogai por nós.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

ADRIANO MORAES - O fenômeno Mundial do Rodeio


Nos últimos anos, porém, com cada vez mais com freqüência, a saudação que se ouve é "Mou-rais! The Phenomenon!". É assim, chamando-o de "fenômeno", que os americanos se dirigem a Adriano Moraes , Bicampeão Mundial de montaria em touros, nome inscrito no Guinnes Book o Livro dos Recordes, ídolo do rodeio norte-americano e conhecido como "Rei de Las Vegas", o paulista Adriano Silva Moraes ainda não mereceu o devido reconhecimento no Brasil por seus feitos.Precursor de uma geração de peões brasileiros que vem escrevendo o nome do nosso País na história do rodeio mundial, Adriano Moraes é o único atleta das arenas a ser homenageado com uma estátua de bronze na "meca" mundial do Rodeio, Las Vegas. Inaugurada em outubro de 2001, a estátua de 4 metros é destaque nos jardins do Hotel Caesar Palace.

                                             "Familia"
Mas nem sempre os tempos foram de glória para este peão de 37 anos, da paulista Quintana. Filho de um administrador de fazenda, Adriano teve uma infância humilde, mas cercado de coisas típicas das crianças da roça: pescava, caçava e até para a escola ia de cavalo, deixando o animal preso debaixo de uma árvore. Quando a necessidade apertava, trabalhava na colheita de tomate com toda a família. Mesmo com tanto sacrifício, os pais, Aparecido e Elizabeth, conseguiram criar os filhos com muita dignidade e união. Adriano tem 3 irmãos e 1 irmã: Edmo, André, Fernanda e Allan. Apesar de conviver com animais desde pequeno, a primeira vez que Adriano assistiu um rodeio foi em 1986. Estava com 16 anos. Apaixonou-se pelo esporte. Convidado por um amigo começou a montar em alguns touros no ano seguinte.

                                                 "O Começo"
Em fevereiro 1988, antes de completar 18 anos, estreou oficialmente nas arenas, em Domélia, SP, onde amargou uma desclassificação por não conhecer as regras do esporte. Mas não desistiu. Bom aprendiz, Adriano assimilou com rapidez as regras de montaria e em seu terceiro rodeio conquistou uma segunda colocação, garantindo o faturamento de um prêmio que superava, em nove vezes, o salário de tratorista, função que exercia na fazenda. Apesar dos pais não aprovarem a escolha do filho, que teve que abandonar o trabalho e o curso de magistério, Adriano arrumou a “tralha” e foi em busca de seu sonho, viajando de cidade em cidade para acompanhar o “circo” do rodeio. As dificuldades dos dois primeiros anos de profissão só foram aplacadas pelo companheirismo de Flávia, namorada que Adriano conheceu em 1989, no rodeio de Matão, SP, e com quem se casou três meses depois. A estudante de Nutrição não teve dúvidas em abandonar a faculdade, em Bauru, para poder acompanhar o marido.


                                           "Missionário das Arenas"
O casal atribui à união não só ao amor, mas a fé que comungam juntos desde 1990, ano em que Adriano começou sua ascensão profissional. Nascia ali não só um profissional obstinado e exemplo para toda uma geração, mas, principalmente, convicto de que seu sucesso é uma oportunidade que Deus lhe concedeu para que seja uma ferramenta de evangelização através do seu testemunho. Católico praticante, Adriano tem na sua religiosidade a mais marcante de suas característica. Conhecido pelo seu espírito missionário, bondade e conceito de moral, busca santidade de vida em toda sua caminhada. É membro da Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista, SP, onde o peão, aliás, mantém uma fazenda de criação de gado. Vivendo num rancho em Keller, no Texas, com a esposa Flávia e os três filhos (Jeremias, Antonio e Pedro), Adriano Moraes é responsável por um grupo de evangelização, uma espécie de célula americana da Canção Nova. Além das reuniões para estudo da Bíblia e evangelização de outros peões, a Canção Nova-USA edita um jornal mensal trilíngue (inglês, português e espanhol), que é distribuído nos eventos. Moraes também professa sua fé através da Internet, com mensagens evangelizadoras que são disponibilizadas no seu site pessoal. No encontro com a família e com os irmãos de fé, no compartilhar dos cânticos e no estudo bíblico, Moraes encontra apoio, acalento e força para a vida corrida e cheia de perigos da arena, onde, destemido, se transformou em mais um herói brasileiro.


                                                        "O Melhor"
 Adriano Moraes é considerado um dos melhores peões do mundo da atualidade, e o mais técnico de todos, na opinião de três “lendas” vivas do rodeio mundial: Ty Murray (7 vezes Campeão Mundial do “All-Around” da PRCA e atual presidente da PBR), Tuff Hedeman (4 vezes Campeão Mundial de montaria em touros e presidente da PBR de 1992 a 2004), e Don Gay (8 vezes Campeão Mundial de montaria em touros).Além de participar de todas as etapas do Campeonato da PBR, realizadas de Leste a Oeste dos Estados Unidos, Adriano também participa de algumas das etapas do Touring Pro, uma espécie de 2ª divisão do Campeonato da PBR, mas apreciado e disputado pelos competidores “tops”, porque a soma dos prêmios em dinheiro são considerados para efeito do Ranking e, também, porque serve como treinamento para vários cowboys, caso do nosso campeão. Considerado a porta de entrada para o Campeonato Mundial, o Touring Pro nasceu com o objetivo de oferecer oportunidades para novos competidores, isto porque, a cada 5 eventos, os cinco primeiros colocados deste ranking sobem para a 1ª divisão, ou seja, para o Campeonato da PBR.

                                                             "Famas e Negócios"
          Citado em matérias de grandes jornais e revistas dos EUA, Adriano Moraes é presença constante em reportagens de TV e talk-shows. A fama na arena e a boa aparência levaram a imprensa americana e o público feminino a compararem o brasileiro a um “galã de Hollywood”. Seus feitos no rodeio, no entanto, tem possibilitado a Adriano Moraes ser um dos cowboys com maior número de produtos licenciados com sua marca: 16, entre os que já estão no mercado e outros em fase de produção. Os licenciamentos, feitos através da PBR, vão de acessórios para vestuário (masculino, feminino e infantil), a brinquedos, games, botons, álbuns de figurinha, calendários, produtos de informática e telefonia, posters, fotos, botons, entre outros, em parceria com grandes marcas americanas.Os produtos são vendidos por catálogos da PBR, Internet, diferentes redes de lojas (conforme o produto), shoppings e cadeias supermercadistas, entre eles Wal-Mart e Mass Market, e anunciados em revistas, jornais e nos intervalos das transmissões televisivas da PBR (CBS, OLN/Canadá, Telemundo e ESPN).Adriano Moraes é patrocinado pela Resistol Rodeo Gear (maior fabricante mundial de chapéus) e Botas Lucchese. Moraes pretende permanecer nos Estados Unidos por mais alguns anos, competindo, aprimorando seus licenciamentos e investindo como diretor da PBR, onde tem muita influência junto aos peões.
                                              "Cronologia de um Campeão"

1970 - Nasce em Quintana, interior paulista, no dia 20 de abril. 1986 - Das arquibancadas, assiste seu primeiro rodeio. 1987- Monta em alguns rodeios, acompanhando amigos 1988 - Em fevereiro, estréia oficialmente nas arenas, no rodeio de Domélia, SP. É desclassificado, apesar de permanecer 8 segundos na montaria. Em seu terceiro rodeio conquista a segunda colocação e ganha um prêmio equivalente a nove salários que tinha como tratorista. 1989 - Conhece Flávia, com quem se casa em 3 meses. 1990 - Começa sua ascensão profissional; obtém vários títulos e prêmios na arena. Ganha seu primeiro carro no rodeio, um Gol 0km. Começa a transformar sua carreia em oportunidade de evangelização através do testemunho pessoal. 1991 - Já conhecido por sua garra e vitórias, é convidado pelo Campeão Mundial de montaria em touros, Charles Sampson, a participar de rodeios nos Estados Unidos. 1992 - Consagra-se Campeão Brasileiro. Viaja para os Estados Unidos, onde conquista o título de campeão em um dos mais famosos rodeios daquele país 1993 - Volta ao Brasil em busca de patrocínio.

Atuando como uma espécie de “chanceller” do Brasil nas arenas americanas, idealiza o I Rodeio Internacional de Barretos, SP, com participação de competidores dos EUA. * Consagra-se Bicampeão Brasileiro em novembro. * Fecha patrocínio com o Frigorífico Anglo para sua temporada 1994 nos Estados Unidos. 1994 -  Dá início a sua carreira internacional. Conquista o título de Campeão Mundial da PBR – Professional Bull Riders. * Conquista o título de Campeão de Calgary (Canadá). * Conquista o título de Campeão da National Finals Rodeo (N.F.R.), em Las Vegas, Nevada, EUA, o maior circuito do rodeio completo e promovido pela PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association. * É o terceiro homem da história do rodeio a montar e “parar” (não cair) nos 10 touros da N.F.R. O feito foi registrado no Guinnes Book, o Livro dos Recordes. * É o cowboy que mais ganhou prêmios nas arenas americanas durante toda a temporada. 1995 - Inicia o ano com excelentes resultados, mais uma distensão muscular o afasta das arenas. Sua cidade natal, Quintana, inaugura um recinto de rodeio com o nome Adriano Moraes, numa homenagem ao mais nobre filho da terra.

1996 - Volta a vencer na National Finals Rodeo (Circuito da PRCA), em Las Vegas, e por pouco não “pára” nos 10 touros. 1997 - Lidera o ranking do Campeonato Mundial da PBR até agosto, quando, ao ajudar um amigo no rodeio de Barretos, SP, quebra uma perna que o faz se afastar das arenas. Termina a temporada como vice-campeão da PBR. Transforma em realidade o Projeto “Rodeio com Cristo”, eventos onde promove provas e encontros de evangelização. “Rodeio com Cristo” tem duração de 3 anos (até 1999). 1998 - Quebra novamente a perna e fica afastado das arenas, mas ainda conquista o 6º lugar no ranking do Campeonato Mundial da PBR. 1999 -  Estabelece-se no Brasil, trabalhando no projeto de evangelização da Canção Nova e participando de alguns rodeios.


2000 - Compete nas arenas do Brasil e EUA. Participa de 50% das etapas do Campeonato Mundial da PBR, e termina em 4º lugar no ranking da temporada. 2001- Se divide entre EUA e Brasil. Conquista o Bicampeonato Mundial da PBR e quebra mais uma vez o recorde em “paradas” de montarias. É homenageado com uma estátua em bronze, tamanho natural, nos jardins do Ceaser Palace Hotel, em Las Vegas, por ser o primeiro Campeão Mundial da PBR.Conquista o “World Challenge”, uma disputa entre os 5 países de maior expressão no rodeio: USA, Brasil, Austrália, Canadá e México. Realizando um grande sonho, Adriano trás o Campeonato Mundial da PBR para o Brasil, e com ajuda de seu sócio Flavio Junqueira, e de grandes patrocinadores, realiza 4 etapas da PBR em território brasileiro. 2002 - Lutando contra repetidas contusões, Adriano Moraes termina a temporada em 9º lugar no Ranking da PBR. 2003- Considerado pelo peão brasileiro o pior ano de sua vida profissional, terminando em 29ª colocação no ranking do Campeonato Mundial da PBR

2004- Estréia com vitória na segunda etapa do Campeonato Mundial da PBR nos dias 2 e 3 de janeiro, em Worcester, no Estado de Massachusetts, EUA, assumindo naquele momento a vice-liderança do ranking. Depois de liderar durante toda a temporada o Ranking do Campeonato da PBR - “Built Ford Tough Championship” (Campeonato Mundial de Montaria em Touros), Adriano Moraes perde a oportunidade de se transformar no primeiro Tricampeão Mundial da modalidade. Em função de mudanças no sistema de pontuação na etapa Final, ele não consegue manter a liderança ao “não parar” nas duas últimas montarias. Garantiu, no entanto, conquistar o título de Vice-campeão Mundial de 2004 A P.B.R. chegou ao final, mas não como espéravamos. o bi-campeão Adriano Moraes liderou o campeonato por todo o ano. Tanto que na etapa final ele estava com 1900 pontos a frente do segundo colocado . No entanto a diretoria da entidade resolveu de última hora mudar as regras do jogo, causando uma péssima impressão a todos. Porem mais uma vez os grandes destaques da final foram dois brasileiros( Paulo Crimber, e Guilherme Marchi).Apesar dos acontecimento , o público presente aplaudiu de pé Adriano Moraes. "Aqui como lá....Maracutáias há "

ZÉ DO PRATO - O maior Astro que o Rodeio já teve.

"Seguuuuuuura Peão!"  A frase, eternizada nas milhares de festas de peão de todo o país, foi uma criação de José Antônio de Souza, carinhosamente conhecido pelos amigos como Zé do Prato ou Anjo Negro do Rodeio.

Natural de Regente Feijó, ele viveu em Piracicaba por vários anos e dali se projetou nacionalmente. Num tempo em que as festas não possuíam megaestruturas, ele encantava o público simplesmente com sua voz e carisma se tornando o precursor da locução com trilha sonora. Sua história está preservada no Museu Nacional Zé do Prato, na Estância Casa de Pedra, na rodovia Piracicaba-Charqueada, no bairro Santa Luzia, em Charqueada.
Devoto de Nossa Senhora, Zé do Prato tornou-se locutor de rodeios depois de ter passado por uma rádio em sua cidade natal, Regente Feijó. Na falta de recursos tecnológicos, ele andava com um gravador de fita K-7 a tiracolo, um arcaico microfone e duas cornetas, que durante as apresentações de rodeio eram improvisadas ao redor da arena.


Tradicionalmente, fazia a abertura com a oração da Ave Maria e arrancava lágrimas dos presentes com seus versos improvisados. Numa atitude corajosa, ele desbravou rincões Brasil afora e colecionou medalhas, prêmios, troféus e principalmente amigos. Mas Zé do Prato deixou as arenas repentinamente, viveu apenas 43 anos e morreu de infecção generalizada, em 27 de janeiro de 1992. Depois de sua morte, a esposa Áurea Bonfíglio procurou pela prefeitura de Regente Feijó para doar o acervo de troféus e pertences pessoais de Zé do Prato, mas se deparou com a falta de recursos financeiros da administração pública.


Sem essa possibilidade, ela sonhou em ver o museu em Piracicaba, mas os trâmites legais fizeram com que ela desistisse. Foi durante uma visita de Áurea à amiga de infância Salete Antonelli que surgiu a ideia de abrigar o museu no sítio em Charqueada. Atualmente o espaço possui 200 peças catalogadas no Ministério da Cultura, conforme consta no ofício de 5 de setembro de 1997, afixado em um canto do museu. "Um dos maiores presentes para mim foi o fato de Brasília ter reconhecido isso aqui como patrimônio histórico. E eu tomei este cuidado para que a memória do Zé do Prato seja preservada no futuro. A gente nunca sabe como vai ser o dia de amanhã e a geração futura precisa manter isso aqui", cita Salete, amiga da esposa de Zé do Prato que ajudou na preservação dos objetos do locutor. No museu estão cinzeiros, microfones, mesa de som com 12 canais, fivelas, botas, cintos e agenda que mostram a importância do locutor.

"O Zé do Prato foi o maior astro que este rodeio já teve. Ele ganhou muito dinheiro com o rodeio. Recordo-me que certa vez a revista Veja fez uma reportagem comentando que o seu salário era maior que o do Gugu do SBT. Seu nome também foi parar no Guiness Book (o Livro dos Recordes)." Entre os objetos preservados estão três imagens de Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com Salete, a devoção pela santa era tamanha que Zé do Prato andava com duas imagens em miniatura (que guardava no bolso do paletó e da calça) e outra um pouco maior que ficava sempre na mala de viagem e que depois era posicionada na cabeceira da cama de onde estivesse hospedado.

A TRAJETÓRIA: Mesmo que muitas pessoas não conheçam a história do anjo negro das arenas e dos microfones, sua história está eternizada na história do rodeio brasileiro. A começar pelo rito sagrado da oração Ave Maria celebrada em todas as festas ou pelo grito "seguuuuura peão!", adotado por 100 entre 100 locutores. Não bastasse isso, seu nome hoje está presente em uma rua na cidade paulista de Colina, no estádio municipal e centro esportivo de Regente Feijó, sua terra natal, no recinto de rodeio de Águas de São Pedro, e até mesmo na ponte sobre o rio Piracicaba, conhecida como Ponte do Shopping.

No Mato Grosso do Sul, em Cassilândia, foi construída uma estátua em sua homenagem, no portal de entrada do recinto de rodeio da cidade. De acordo com o portal da prefeitura daquele município, sua última narração aconteceu em 1991 e ele foi um dos primeiros locutores a atuar na festa.

Conforme aponta o site da Equipe Marcos Rodeio, Zé do Prato foi coroinha na Igreja Matriz de Regente Feijó, trabalhou na lavoura quando pequeno, em uma auto elétrica e participou da fanfarra da escola em que estudava. Como tocava prato, recebeu o apelido, já que existiam também outros Josés na formação. Seu primeiro emprego como locutor foi na rádio Difusora de Regente Feijó (AM 1580 kHz), onde desempenhava a função de sonoplasta e que lhe permitiu que ensaiasse um palavreado como locutor sertanejo, brincando sempre como se estivesse fazendo um programa.

Até que um dia surgiu a oportunidade de fazer um programa e Zé do Prato começou a apresentar o programa sertanejo Ranchinho da Amizade. Anos mais tarde, foi eleito vereador de sua cidade (entre 1973 e 1977).

Segundo Valter Bonfíglio, foi a partir dos anos 80 que o nome de Zé do Prato ganhou projeção nacional. A história contada por Bonfíglio, parceiro de muitos anos do locutor, é que em 1979, durante a Festa do Peão de Barretos (a última narrada por Zé do Prato, de apenas três), eles se conheceram. "Eu me aproximei da cabininha de locutor e disse que queria conversar. Mas como o Zé estava de saída para participar do filme `Estrada da Vida’, com o Milionário e José Rico, essa conversa só aconteceu em Avaré, dias depois", rememora.

Naquela ocasião, Zé do Prato pertencia a Cia. Rodeios Marca Estrela, de propriedade do conterrâneo Jorge dos Santos. Um ano depois, o locutor vem para Tanquinho participar da festa de peão e a união Jorge do Santos na tropa, equipamentos de áudio de Chiquito Som e Bonfíglio nos fogos de artifício. "Unimos tudo e começamos a percorrer o Brasil", diz Bonfiglio.

No começo da jornada, o trajeto de Zé do Prato e Bonfíglio acontecia num antigo Corcel 2, que por incrível que pareça sobreviveu aproximadamente por cinco anos a estradas de terra e em mão única. "Depois ele ganhou um pouco mais de fama e já contratou um motorista particular. E também aprimorou o sistema de som. Até 1980 a aparelhagem era péssima, usavam um toca-fitas de pilha, que era pendurado por uma alça ao braço. Depois vieram as caixas de som, as mesas que o ajudou muito, melhorando cada vez mais sua voz."

Segundo Bonfíglio, Zé do Prato era uma pessoa carismática com o público, por isso conquistou todos por onde passou. Era uma espécie de profeta dos rodeios. "Ele dizia que se um dia a televisão entrasse nos rodeios, eles perderiam sua essência. E isso acontece hoje, as festas de peão viraram shows, as pessoas não frequentam por causa da montaria ou pela locução, mas por causa das atrações.

Zé dizia que queria parar antes de ver isso acontecer e que seu sonho era parar no auge, e ele conseguiu",
completa Bonfiglio. Por Rodrigo Alves Hoje, após 19 anos sem ouvi-lo dizer: "Ô barbaridade quem tem amor, tem saudade" muitos ainda se inspiram e suspiram ao ouvir seu nome e agradecem ao Zé do Prato a dignidade que o rodeio possui.

sábado, 19 de março de 2011

Jô Silvestre - Nos Principais Rodeios do Brasil




                                                            (Jô Silvestre narrando)

Hoje com 15 anos de carreira, o locutor de rodeios Jô Silvestre já marcou presença
nas principais festas do peão do Brasil, sendo revelado como "o locutor sensação do rodeio"
do estado do Paraná.
Com apenas 11 anos, Jô Silvestre ja participava dos rodeios de sua cidade e da região.Foi quando que em 1999 com apenas 17 anos de idade, foi convidado pelo locutor Afrânio Moro para narrar seu primeiro rodeio como locutor profissional na cidade de Torrinha-SP; Já nesse primeiro rodeio, Jô narrou as montarias de grandes campeões, inclusive a do Adriano Moraes (Tri- Campeão Mundial nos EUA) que ficou em segundo lugar na disputa de uma camionete em Torrinha. No ano seguinte em 2000 Jô Silvestre recebeu o convite do Felipão Americano (Empresário e Tropeiro na época) para narrar pela primeira vez em Barretos-SP, celeiro do maior rodeio do Brasil, vindo a ser consequentemente matéria da Revista Rodeo Country.

Jô também participou de vários programas na TV, em 1996 Programa Coração Brasileiro no SBT, em 1999
Programa de Esportes da ESPN Brasil, e em 2005 e 2007 no programa TV Rodeio (Canal Terra Viva)..
Jô também ja dividiu a arena com grandes nomes da locução; Almir Cambra, Marco Brasil, Gleydson
 Rodrigues, Barra Mansa, Afrânio Moro, Helinho Camargo, entre outros profissionais, marcando presença em grandes rodeios dos estados de São Paulo e Paraná. Além da locução de rodeio, Jô estreou como locutor de rádio em 2005, fazendo um programa de rodeio, nas rádios da região: Interativa e Paulista FM.
Atualmente Jô Silvestre conta com estrutura própria de som e iluminção, fazendo a diferença nos rodeios por onde passa, juntamente com uma equipe de sonoplastia e assessoria de primeira linha.

Patrocinadores: RODEO WAY - ROSALITO - KARSEG


Fones (14) 3731-1129 / 9696-1414      http://www.josilvestre.com.br/         Avaré-SP

sexta-feira, 18 de março de 2011

Marcos Mioto - Presente nos melhores eventos do Brasil

 (Joselyr Silvestre, Marcos Miotos e Jô Silvestre - Fest Country 2008)

A empresa Marcos Mioto Promoções Artísticas é hoje sem duvida uma das melhores no meio artístico do Brasil, sempre presente nos grandes Shows, Feiras Agropecuária e Rodeios como Barretos , Jaguariúna, Americana, Ourinhos, Avaré, Arandu, e demais centenas de cidades. Oferecendo para a organização do evento, shows e atrações de um leque de artístas consagrados da musica popular Brasileira, como por ex: Ivete Sangalo, Claudia Leite, Roupa Nova, Charles Brow Jr. Jota Quest, Jorge e Mateus, Victor e Leo, Zezé di Camargo e Luciano, Luan Santana, Cesar Menotti e Fabiano,Michel Teló, Hugo Pena e Gabriel, Fernando e Sorocaba,  Leonardo entre outros artístas de sucessos atualmente no Brasil.
A empresa Marcos Mioto, além de shows, oferece também aos contratantes, toda a estrutura usada na realização do evento, ex: Palcos, Som, Camarotes, Arquibancadas , Arena , Geradores, Pirâmides, etc..
Todo esse respeito vem pelo trabalho construído com responsabilidade, que conquistou a credibilidade e a confiança das comissões de festas e contratantes de shows das principais e melhores festas do Brasil.

Antes de contratar shows e toda estrutura para o seu evento, fale com a equipe da empresa Marcos Mioto Promoções Artística.

Presente nos Melhores Eventos do Brasil






acesse o site e confira os depoimentos dos artístas.